A saudade é como um castigo
E a ansiedade como um açoite
Dos momentos vividos contigo
E da plena das noites
Transborda em meu peito
Sentimentos que não ouso classificar
Pra quê dar nome ao que foi feito?
Se perfeito é como está!
Somos almas deveras carentes
De um desejo sem fim
Vítimas do cotidiano inconsequente
Que logo te ausenta de mim
Se te anseia, saibas que a mim também
Te ter tão longe é desolador
Espero que a ti faça bem
Isto que não chamas de amor.
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