Eu sou um poema inacabado. De um livro que ninguém leu. Alma num corpo aprisionado. A história que ninguém escreveu. Eu sou aquela que é muda. E que está sempre a gritar. Sou eu quem precisa de ajuda. Estando sempre a ajudar. Sou alguém que ninguém encontro. E de quem não se pode descrever. A pessoa que ninguém procurou. Eu sou o que ninguém vê.
domingo, 1 de junho de 2014
Insônia
Estranha solidão
Saudade tão de repente
Sem nenhuma explicação
Dor que desatina
Lágrimas são como ondas
A saudade da minha menina
O sono demora mais
Os olhos não obedecem
Eu não descanso em paz.
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