Que ladrão é o tempo
Insiste em levá-lo de mim
Tão cruel é este sono
Que te possui, ó querubim
Acostumar-me não sou capaz
Prezo tua terna companhia
Que quando tal hora se aproxima
Padeço nessa brutal agonia
Deita-te enfim na tua cama
Que ela te vele então
Que tudo seja propício
Para que possas sonhar, paixão
Que passe a noite, que tenhas paz
Longe de mim, meu singelo carinho
Aninha-te em teu travesseiro
E não te sintas sozinho.

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