E o tempo se passa em demasia
Num soluço de agonia entre tristeza
Levando solavancos de apatia
Acompanha-me esta tua frieza
E que venha então o afastamento
Que nos toma tão lentamente
Subordinando os meus pensamentos
O amor que teria por ti supostamente
Louco devaneio é este o teu
De pensar que tudo é felicidade
Desmeresses o peito meu
Que tanto lhe pede a verdade
Sabes que a culpa não vem de mim
Me admita que fazes-me mal
Continua no caminho de um fim
Transformando nossa história, em banal
Ajuda minha terás por certo
Porém sozinha não se chega além
Como poderei manter-lhe perto
Se por vezes, me tratas com desdém?
Lembre-se que o tempo não é durável
Que o dia passa e outro vem
Então te tornes alguém admirável
Pois assim como o dia, eu vou também.

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