Teu nome continuará ressoando
No vazio inconstante de minha mente
Eu ainda escuto-te ecoando
Como uma onda que quebra suavemente
Sinto o calor ávido da pele tua
Tão clara, macia, ao afagar tua face
E essa se torna minha tarefa árdua
Descrever em termos singelos, o ardor que nasce
Me encanta falar de ti, mas baixinho
É um ato fascinante, tão sincero
Esse teu sentir, louco, solitário
Desejar trocar juras, não mais ser áspero
Meu grito percorre o vácuo
E a mim, sem resposta, retorna
Incessante continuo a lida
De mostrar encantos que o teu ego adorna
Encontro-me numa caverna, dentro de mim
Mantenho-me viva mesmo no escuro
Mas ainda atravessarei a ponte
E para te amar, pularei teu muro.

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