sexta-feira, 30 de maio de 2014

Maldita


Maldita seja esta dor que invade
Adentrando-me sem dó
Transformando meu riso em lágrima 
Me afogando nelas...e só

Maldita a fúria que me toma
E entrelaça fundo meu peito
Arrebatando cada fibra
E cortando-me sem jeito

Maldito o sangue que pulsa
Nestas veias, tão escassa
Como o veneno que queima
Efeito que nunca passa.

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