sábado, 17 de maio de 2014

Alma Inquieta II



As vezes eu durmo
E acordo perdida
E deveras me assusto,
Com o rumo de minha vida.

Fizeste-te ausente de mim
Para que assim o esquecesse,
Mas pior foi assim
Porque em mim, não te ausentaste.

Bem assim diz o ditado:
O que os olhos não vêem, o coração não sente,
O ditado é mais que errado...
Meus olhos não te viram, meu coração te sentiu 
                                      [e agora ele mente.

E acabam assim meus dias...
O céu não é mais o mesmo,
Negro! Mas ainda mais belo agora

E eu o observo, à esmo.

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